A regra é bem simples: tentar mais uma vez seguir em frente. Não adianta apagar as mensagens, bloquear suas chamadas, te excluir de todas as redes sociais, a tentativa frustada de tentar te esquecer vai ser em vão. E de que isso ia adiantar? Se no dia seguinte eu iria acordar e ver você aqui, nos meus mais férteis pensamentos. Quem dera se adiantasse.
Esgotaram-se todas as desculpas que eu tinha para sua partida. É triste, mas invetei tantas desculpas. Dizer que você andava ocupada, viajava muito, agenda cheia, sabe como é né?
Não, eu não guardo rancor e muito menos raiva, apenas sinto saudade da gente. Ainda lembro dos teus gritos, das tuas manias, dos momentos de raiva e dos momentos em que você me perguntava pra quem era que eu tinha escrito um dos meu textos. Sinto falta das coisas que poderíamos ter feito, ter dito. E a razão na qual você não sai da minha cabeça é justamente essa. Esses momentos entrelaçados do passado que vivenciamos juntos. Sei lá, estou tentando procurar uma razão cabível para seu distanciamento, será por causa de alguma coisa que acabei fazendo sem querer? Da distância? Ou até mesmo da mesmice que você dizia que estava cansada? Ou será que você optou isso porque era a solução mais simples de deletar um idiota sem dar explicações?
Só quero uma vida divertida de novo. E só eu sei o quanto a nossa história deixou um buraco em mim. Só eu sei como tive que respirar fundo e engolir seco suas atualizações constantes nas tuas mídias sociais. Mas o que restou agora foi tentar esquecer, quem sabe em outras vidas. A partir de agora, em todo cair de suor e de lágrima,
estou ficando cada vez mais leve e expelindo você. Simples, é o seguir-em-frente da vida!
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