quinta-feira, 23 de maio de 2013

Joga sal que é sapo: Amor à Vida

 Mais uma novela das oito, que passa às nove vem aí. Amor à Vida, e já começa com uma vantagem: a difícil tarefa de substituir Salve Jorge - sdss Maria Vanúbia, no brilho no salto e no gloss - só que não! Mãããs quando você está ali super empolgado, vem Daniel e acaba broxando tudo. É nessas horas que a gente vê que abertura mesmo só de Avenida Brasil #OiOiOi. 


Depois de vários meses aguentando o casal mais chato e melancólico Pasthéo e Nada Costa, a pseudo-vilã Lívia e Wanda mutante com seus poderes supersônicos capazes de quebrar o vidro com a força do pensamento...vem aí, a história de Paloma, vivida pela atriz Paolla Oliveira.

Ok, mas confesso que todos os meus olhares estão voltados pra piriguete Valdirene vidaloka, que vai viver uma maria chuteira, pronta pra dar o bote e engravidar do primeiro boy-rico-jogador de futebol que ver pela frente. Traduzindo: é a Andressa Urach interpretada por Thatá Werneck. 



E o que falar da maligna e perversa Félix? Que de doce não tem absolutamente nada, anjinho. Conheço váaaaarios Félix... Tem um casamento só de fachada mas adora mesmo uma neca.


Félix é mal, frio e calculista. Adora paletós que combinem com seu relógio finerérrimo. Há quem diga que é a Carminha de shorts, mas ainda é muito cedo pra fazermos tais comparações. Esse pode ser o maior personagem de Mateus Solano, só depende do autor. 

Fora que tem alguns personagens de Avenida Brasil, Dadau Chupetinha e Muricy. 

Confesso que ao ver aquele cabelo de Dadau me deu uma aflição, tive vontade de pegar uma bucha com sabão e lavar aquele cabelo. Dizem as más línguas que quando Dadau acorda sai até barata de dentro daquele cabelo. Só ver pra crer mesmo. 

Já Muricy, vive a mãe de Bruno (Malvino Salvador) aquele que chora pela testa menos pelos olhos, não tá fácil pra ninguém meus caros. pois é. Desculpa, mas quando vejo Eliane Giardini, eu vejo uma compota de mamão na mão e a lona azul de feirante ainda. Sinais de Muricy que pra mim poder esquecer vai precisar de mais umas 3 personagens ainda. 

É esperar pra ver né... 

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Relacionamentos, traição e acomodismo.


Vou confessar que eu sou uma pessoa bem crítica em relação há certas coisas. Eu tento me segurar mas é algo mais forte que eu. Não sei ao certo se sou eu que fico sendo o chato de galocha da história ou são as pessoas que estão indo a decadência. Tá, o fato é que eu não sou normal mesmo então fodam-se tudo e todos.

A falta de liberdade que as pessoas perdem em um relacionamento às vezes me assusta um pouco. Claro que quando você entra em um relacionamento você não pode fazer algumas coisas que fazia antes mas nada de exageros também né. E se tem uma coisa que eu acho o cúmulo da picaretice é alguém que trai. E nem me venha com aquela velha desculpinha de que quem não dá assistência abre a concorrência porque não acredito em tamanha calhordice dessas. Tá, isso é algo muito relativo e existem casos e mais casos. É incrível o acomodismo que algumas pessoas acabam tendo. Eu posso até estar sendo o antiquado ou o cafona da história. Mas essa modernidade toda eu não consigo aceitar, pelo menos não pra mim. Mas quando se ama, ama por inteiro. Não é encontrando a pessoa em uma mesa de bar com um drink na mão, não. E se a pessoa anda te dando N motivos pra trair talvez seja porque só você esteja existindo na relação.

Eu particularmente tenho mais amigas meninas do que garotos. E eu vejo muitas delas mudarem completamente o jeito de ser, se subornar completamente ao namorado com medo de perdê-lo. Na boa, homem nenhum gosta de mulher que se entrega assim tão fácil, que aceita tudo sem reclamar e que está pronta pra fazer t-o-d-a-s as vontades do cara. Eu posso até estar me queimando por estar falando isso mas não tô nem aí. Nós homens não gostamos de mulher que é fácil de se subornar. Homem gosta daquela que tem personalidade própria, que aceita e impõe suas regras. No fundo, no fundo mesmo admiramos mulheres assim. E em 90% dos casos em que a pessoa abre mão dos amigos e das coisas que lhe faziam bem antigamente se fode no final de um relacionamento. Afinal de contas, ah, essa dali já conquistei e tá comendo na minha mão, vou pular fora agora. Hoje em dia até isso ninguém fala mais. Atualmente o termo é "Já comi mesmo, cansei, abusei da cara dela". E o pior é que você não sabe se conta ou não conta o que viu fazendo o tal fulaninho na noite anterior. 

Se liguem, é por essa e outras coisas que entrar em um relacionamento pra mim é algo muito difícil. Tem que aceitar regras, mudar o comportamento, afinal de contas são duas cabeças, duas maneiras de pensar e dois jeitos de agir. Namorar pra mim mesmo é só mais uma palavra bonitinha que as pessoas inventaram pra estar ao lado de quem a gente gosta.

quarta-feira, 8 de maio de 2013

Coisa rápida

Esses dias senti uma saudade tão grande de escrever pra alguém "Oi, como vai você?". Eu posso ter vários amigos no Facebook, milhares de seguidores no Twitter e vários contatos no meu Skype. Mas as vezes a solidão chega de mansinho e vai invadindo aos poucos por dentro. É um mundo tão artificial hoje em dia. E principalmente quando eu me pego ouvindo pessoas comentando algo do tipo"Ai, olha ali fulano de tal passando, eu tenho ele no meu Facebook, ele é super top." Essas coisas acontecem principalmente em cidades pequenas. Aqui na minha, é uma. Odeio a mesmice de sempre, as mesmas pessoas, as mesmas conversas e nada de interessante acontece. Não estou sendo o chato de galocha da história. Só estou querendo dizer que as vezes eu morro de saudade de conhecer alguém, dizer um "Oi" e apertar Enter sem me martilizar se estou parecendo o idiota que quer puxar assunto. Quer que eu seja franco? Eu sou tão solitário que eu saio pegando o nick do Skype das pessoas pelo twitter. Mas eu tenho um gravíssimo defeito. Eu sempre acabo achando que a vida do vizinho é sempre mais interessante e movimentado que a minha. Cof cof

domingo, 5 de maio de 2013

Vai passar


Olhe, não fique assim, não. Vai passar. Eu sei que dói. É horrível. Eu sei que parece que você não vai aguentar, mas aguenta. Sei que parece que vai explodir, mas não explode. Sei que dá vontade de abrir um zíper nas costas e sair do corpo, porque dentro da gente, nesse momento, não é um bom lugar para se estar. Dor é assim mesmo, arde, depois passa. Que bom. Aliás, a vida é assim: arde, depois passa. Que pena. A gente acha que não vai aguentar, mas aguenta: as dores da vida. Pense assim: agora está insuportável, agora você queria abrir o zíper, sair do corpo, encarnar numa samambaia, virar um paralelepípedo ou qualquer coisa inanimada, anestesiada, silenciosa. Mas agora já passou. Agora já é dez segundos depois da frase passada. Sua dor já é dez segundos menor do que duas linhas atrás. Você acha que não, porque esperar a dor passar é como olhar um transatlântico no horizonte estando na praia. Ele parece parado, mas aí você desvia o olho, toma um picolé, lê uma revista, dá um pulo no mar e, quando vai ver, o barco já tá lá longe. A sua dor agora, essa fogueira na sua barriga, essa sensação de que pegaram sua traquéia e seu estômago e torceram como uma toalha molhada, isso tudo – é difícil de acreditar, eu sei – vai virar só uma memória, um pequeno ponto negro diluído num imenso mar de memórias. Levante-se daí, vá tomar um picolé, ler uma revista, dar um pulo no mar. Quando você for ver, passou. Agora não dá mesmo pra ser feliz. É impossível. Mas quem disse que a gente tem que ser feliz sempre? Isso é bobagem. É melhor viver do que ser feliz. Porque pra viver de verdade a gente tem que quebrar a cara. Tem que tentar e não conseguir. Achar que vai dar e ver que não deu. Querer muito e não alcançar. Ter e perder. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e dizer uma coisa terrível, mas que tem que ser dita. Tem que ter coragem de olhar no fundo dos olhos de alguém que a gente ama e ouvir uma coisa terrível, que tem que ser ouvida. A vida é incontornável. A gente perde, leva porrada, é passado pra trás, cai. Dói, ai, eu sei como dói. Mas passa. Tá vendo a felicidade ali na frente? Não, você não tá vendo porque tem uma montanha de dor na frente. Continue andando. Você vai subir, vai sentir frio lá em cima, cansaço. Vai querer desistir, mas não vai desistir, porque você é forte e porque, depois do topo, a montanha começa a diminuir e o único jeito de deixá-la pra trás é continuar andando. Você vai ser feliz. Tá vendo essa dor que agora samba no seu peito de salto alto agulha? Você ainda vai olhá-la no fundo dos olhos e rir da cara dela. Juro que estou falando a verdade. Eu não minto. Vai passar.

Créditos: Antônio Prata

As 10 melhores de Bruna Karla.


Bruna Karla Simplício dos Santos é uma cantora brasileira de música gospel. Em 2010 foi indicada ao Grammy Latino na categoria "Melhor Álbum de Música Cristã em Língua Portuguesa" com o álbum Advogado Fiel.

Se tem uma coisa que eu gosto de ouvir, é música gospel - que no meio evangélico se chama "Hino"-. Elas tem o poder de ir dentro da alma, falar com o nosso interior e acaba passando uma sensação de paz pra gente. Uma das minhas cantoras gospeis preferidas é Bruna Karla. Sabe quando uma música consegue falar tudo aquilo que você está passando? Então. Ela também canta algumas músicas românticas que são simplesmente perfeitas. Então, selecionei as melhores canções dela.
Vale a pena escutar:
























Acordei em mais um daqueles dias de indisposição e sem paciência pra colocar uma roupa e distribuir sorrisos aos quatro ventos. Parei, e comecei a pensar em como o tempo tem o poder de mudar tudo, em apenas um dia, um minuto ou até mesmo em uma mensagem. O problema é que eu acabo querendo tudo e no final  fico sem nada. Incrível a minha capacidade de ficar implorando atenção o tempo todo. É cansativo isso. Inacreditavelmente eu ainda consigo acreditar em meias mentiras que as pessoas me contam. Tá, eu posso até ser duro no começo mas quando eu me vejo, já estou lá dando ouvido, colo e ombro. Até quando???