segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

A velha lista de ano novo!


E nos últimos minutos do ano bate aquela vontade de fazer uma lista de projetos e ambições para o ano que vem… mas espere um pouco. Primeiro volte uma página e encontre a lista feita no ano passado. Quantas coisas você cumpriu? Quantas coisas você vai repetir na próxima lista? Os desejos e pensamentos se perdem com o passar dos dias, se perdem com o sol nascendo todas as manhãs e com a rotina quase sacrificante de trabalho e estudos. É um saco dar atenção para as pessoas, resolver os problemas do mundo, dar mais importância para uma prova na faculdade ou para o ônibus que vai passar do que para o planejamento das ações que vão te ajudar a alcançar os seus sonhos. Dói um pouco ler isso né? Agora está claro que durante o ano suas tarefas chatas e diárias assumem maior prioridade que a realização dos seus sonhos.

Parece ser fácil entender isso para quem vos escreve, mas acredite, não é. É mais difícil para mim, que fiz essa reflexão olhando para minha vida, e agora tenho o trabalho duro de contar para vocês. Mas que conselhos dar quando estou na exata posição de quem também não realizou metade das coisas da lista, e vai repetir as mesmas frases e palavras para o ano que vem? Pensando bem, talvez eu tenha realizado outras coisas. Outros sonhos que estavam fora da lista e eu nem sabia que tinha. Talvez eu tenha conseguido coisas que não sabia que precisava, mas agora não consigo ficar sem. Talvez o destino nos reserve acontecimentos maiores do que a nossa cabeça racional e presa na rotina consiga pensar, ou talvez tudo que eu esteja falando seja uma grande besteira.

Sinceramente, espero que não seja besteira. A mesma cabeça cheia de pensamentos clichês e que pensa que eu não realizei uma série de coisas, não enxerga todas as que realizei. É a mesma cabeça que não enxerga os aprendizados nos momentos difíceis, que não percebe que uma mudança de planos pode ter significado um grande acerto. É ignorância de minha parte achar que os acontecimentos são unicamente reflexos dos meus atos. O mundo reserva coisas muito mais amplas para nós.

Voltei ao caderno e rasguei a folha com a lista de itens que precisavam ser realizados. Deixei só uma frase e, do fundo do meu coração, desejo não esquecê-la no próximo ano. E espero sinceramente que o lema 'ano novo vida nova' faça efeito pela primeira vez na minha vida.

sábado, 29 de dezembro de 2012

Amigos invisíveis.


Os amigos não precisam estar ao lado para justificar lealdade. Temos o costume de confundir amizade com onipresença e exigimos que as pessoas estejam sempre por perto, de plantão. Amizade não é submissão e muito menos dependência. Os amigos são para toda a vida, ainda que não estejam conosco a vida inteira. Amizade mesmo é pouco se importar se agem como bobos, idiotas, retardados e ingênuos. É saber que mesmo com um aviso prévio de perigo ainda sim, arriscam-se.

Amizade ainda sim, é poder compartilhar as melhores e piores sensações e não importa se é por telefone, internet ou pessoalmente. Afinal, a proximidade física nem sempre é afetiva. Amigo mesmo demora a ser descoberto. É nem sempre apoiar as decisões na qual tomamos. Amigo mesmo modifica sua história e que são capazes de brigar com a gente pelo nosso bem-estar.

Não se pode cobrar uma amizade sincera em qualquer esquina, de quem se recusa a nos dar atenção, muito menos de quem só sabe dar desculpas esfarrapadas ao distanciamento. Tenho amigos que nunca mais vi, que nunca mais recebi novidades, mas foram esses, esses mesmos que me salvaram da fossa algumas vezes, das brigas, amigos que me salvaram de mim mesmo. 

Amigo de verdade é aquele que fica depois da ressaca do dia seguinte.

Um pouco de limite, por favor!

 Já faz um tempo que quero falar sobre esse assunto, e acho que agora, chegou o momento certo.

De uns tempos pra cá, percebi que as pessoas andam se preocupando demais com a vida alheia, principalmente na internet. Em um mundo “paralelo” quase sem privacidade e respeito, julgar acaba se tornando uma consequência. E nem adianta colocar a culpa nos moncumunados imigrantes do orkut porque não é. É que é tanto preconceito bobo. Todo mundo tem o direito de escolher o que gostar, amar e seguir. Desde que isso não o prejudique, não vejo motivos para que se entrometam. Tô errado?

Isso acontece com as fãs dos coloridos, do Justin Bieber, dos colírios, RBR...enfim, tudo isso que hoje denominam de "modinha" e que é uma "praga da nova juventude" por aí. Nem sei porque de tanto ódio, existem coisas muito mais interessantes pra se odiar do que um simples garoto que sai em uma revista da Capricho ou de uma pessoa que escuta Restart. Vamos usar esse ódio por um motivo mais interessante amigos? Que tal começar a se preocupar com os que roubam, os crimes hediondos, ou até mesmo a educação?

Pra quem passou toda a infância escutando É o tchan, tiazinha, eguinha pocotó...escutar mais um refrão de Restart ou RBR é mole meus caros, e olha a diferença.

É sempre bom lembrar que existe uma grande diferença entra expressar opinião e  julgar: o respeito.

sexta-feira, 28 de dezembro de 2012

Conheça mais sobre Carly Rose Sonenclar.



Não sou de assistir programas gringos de música, mas sempre que alguém muito bom aparece por lá o pessoal comenta e eu logo corro atrás pra saber se tem a ver com o estilo de música que eu gosto e costumo mostrar para vocês.

Quem acompanhou o X Factor USA 2012, exibido no Brasil pela Sony, já deve ter se assombrado com Carly Rose Sonenclar, participante de apenas 13 anos que mostra uma maturidade de diva da música. A final foi exibida ao vivo e Carly ficou em segundo lugar, perdendo o contrato de U$5 milhões de dólares para o cantor country Tate Stevens.

Apesar de ter apenas 13 anos, Carly se apresenta profissionalmente desde os 7. A garota prodígio já participou de peças de teatro, eventos beneficientes e até musicais, tendo um papel de grande destaque numa montagem do musical Les Miserábles. Mesmo com essa bagagem, a aparição no X Factor foi o que a catapultou para fama. O vídeo do começo do post é uma das audições que a garotinha fez na casa de Britney Spears. Ela deixou a princesa do pop e também Will.I.Am de boca aberta. Fique de olho nesse nome porque com certeza, a carreira musical dela não acabou!

quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Mais vale sonhos voando que um conformismo na mão!


Então os anos passam e você entende que boa parte de tudo que sonhou não vai acontecer. A maturidade te obriga a pagar contas, ter emprego fixo e garantir o fundo de garantia para uma velhice tranquila. Aos poucos, a bagagem dos sonhos começa a pesar e decidimos ir abandonando as vontades pelo caminho. Mudamos nossas atitudes e nos conformamos com o que a vida nos reservou.

Alguns sentam e lamentam, outros relaxam e continuam querendo. Eu faço parte da segunda categoria. Posso adormecer um sonho, mas vira e mexe vou até ele e mostro que ainda estou aqui. Outras vezes finjo que esqueci da sua existência, mas o amarro bem perto pra ele não fugir. Muitos sonhos vão sobrevoar nossa vida e aqui do chão parecerão impossíveis de serem alcançados. Mas eu não desisto e estendo meu braço. Além disso, os obstáculos do cotidiano vão cortar as asas do nosso pensamento fazendo muito do que queremos tornar-se impossível.

É verdade, pode ser que eu de fato não consiga chegar até eles, mas a confiança já faz de mim uma pessoa bem melhor.

Autora: Fernanda Gaona dona do blog deliriosesuspiros.com , uma jornalista que vive entre linhas e “aos pés das letras”. Desde que escreveu seu primeiro verso, foi amor a primeira rima. É uma observadora nata e otimista incurável. Escreve nas horas vagas pra destacar o lado bonito da vida. Porque a rotina já é dura o bastante e bom mesmo é reinventar.

quarta-feira, 26 de dezembro de 2012

Eu e a solidão


Quando somos pequenos costumamos ter medo do escuro e ficar vendo montros na parede. Depois que a gente cresce esse monstro vira uma coisa meio sem forma mas que pode assustar do mesmo jeito - isso se chama solidão. Você pode estar rodeado de amigos, da família, ter vários seguidores no twitter ou amigos no Facebook, e pode até estar com uma pessoa especial do lado. Mas quando a solidão aperta não precisamos estar só, pra sentir ela bater mais forte. Mas, como é que faz quando nos sentimos sozinhos mesmo rodeado de pessoas?

Quando isso acontece é porque estamos em falta com a gente mesmo. É uma forma do coração querer dizer "ei, me dá atenção!". Mas alguma coisa está faltando. Vale passar um tempo (ainda mais) sozinho pra refletir.

Solidão é uma forma que o coração arrumou pra dizer:  preciso que você se lembre que você é especial, independente de qualquer companhia. Cuide-se!

terça-feira, 25 de dezembro de 2012






Do outro lado


Hoje eu não precisarei de caneta e papel, mas sim, de um teclado e uma tela. Sim, precisarei apenas deste meio em que nos conhecemos, aquele que nos uniu não pela beleza, muito menos pelo tom da voz, mas sim pelas palavras, pelos gestos que muitas vezes não chegaram com a força verdadeira. Esse é pequeno texto para quem até um mês atrás não passava de uma garota carioca, chata e desconhecida. Que em um mês conseguiu revolucionar um pouco do meu tédio e fez valer a pena aquele velho ditado, julgar sem antes conhecer. Sabe aquela sensação de passar mais um daqueles dias chatos, poder correr pro computador e ver que tem alguém disposto a ouvir nossas besteiras. É engraçado, talvez ela me conheça muito mais do que pessoas que convivem comigo diariamente, que olham nos meus olhos. O mais incrível é que confiamos mais neles do que num colega de sala. É diferente, mas ainda assim é amizade. Hoje, quase todos os meus amigos se tornaram virtuais, pois mesmo aqueles que sempre estiveram comigo estão longe e a distância não é nenhuma destruidora de sentimentos, mas sim, uma fiel aliada para mostrarmos se o que sentimos é realmente verdadeiro.

Obrigado por cada e-mail enviado, obrigado por cada palavra digitada, por cada musica gravada, por cada declaração salva. Obrigado pelas tardes de conversa, pelas noites de risada e por todos os planos feitos. Obrigado por você gostar de mim, mesmo tão longe assim. 

Sim. Carinho pode sim vir por som de teclas digitando através de monitores.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Música do dia

Livro: O menino do pijama listrado.


O livro fino e de capa simples parece mais uma história para criança nas prateleiras. A contracapa sem história prévia adianta um pouco do que pode ser esperado pelas próximas páginas: Será  mesmo  importante mostrar um outro lado da história?

John Boyne, autor irlandês, teve seu livro trasnformado em filme. Mas, nada substitui as páginas com as aventuras de Bruno, um menino de nove anos, a ponto de descobrir sobre amizade e perda simultaneamente.  O garoto teve que aprender a se separar do lugar onde vivia e lidar com as atitudes estranhas que tem visto seu pai tomar ultimamente. Além disso, sua vida de menino solitário é tirada do tédio quando sua curiosidade aguça-se para descobrir quem são e o que fazem aquelas pessoas de pijamas listrados do outro lado da cerca de sua casa.

O texto não trabalha com entrelinhas,  ele é direto. Apesar de imaginar que devemos conhecer sobre 2ª Guerra Mundial ou o que acontecia com mos judeus naquela época, o livro vai além disso: ele mostra como a inocência de um garotinho o salva do desgosto e da desilusão dos acontecimentos do mundo adulto.

No site da Saraiva o livro está saindo por R$27,80.

sábado, 22 de dezembro de 2012

Já ouviu falar na banda Simple Plan?


Um plano simples: reunir cinco garotos para fazer um som. A idéia deu tão certo que não demorou muito para eles conquistarem milhares de fãs no mundo todo. Assim é o Simple Plan, banda canadense que já vendeu mais de dois milhões de cópias desde o lançamento do primeiro disco, em 2002. Mas você sabe por que todas as meninas adoram os garotos da banda? Porque os canadenses Pierre, David, Chuck, Sebastien e Jeff entendem sobre tudo o que acontece na vida de suas fãs. 

Tanto isso é verdade que os meninos admitem que o maior prêmio que já ganharam na carreira foi o retorno imenso do público. "A relação que temos com nossos fãs é o que possuímos de mais importante", diz o baixista David. E o guitarrista Jeff, que dava aulas de música antes de entrar para o Simple Plan, completa: "Sem os fãs, eu estaria trabalhando em um emprego das 9 às 17 horas, coisa que eu odeio".

Ficaram curiosos? Então aí vão minhas músicas preferidas da banda:







quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Sem essa de fazer de mim o que quiser


Você não ligou mais; é que eu estava esperando um sinal seu, uma possível chance entre nós dois. Não que eu achasse que fosse ser a exceção que eu sempre sonhei, mas eu depositei uma certa esperança em você. Eu quase nem fiquei perto do celular, quase nem dei mil pulos cada vez que o telefone tocava, quase nem deixei de fazer as minhas coisas porque você aparecia nos meus pensamentos. Você não ligava mais como antigamente e eu tentando me convencer de que aquilo não era nada demais. 

Deveria ter valorizado mais. É raro, acontecer isso comigo. Fiz de tudo, tudo pra poder chamar sua atenção nas últimas semanas, nas nossas últimas conversas. Mas não adiantou em nada. Depois que você sacou que eu estava inteiramente na sua, decidiu não ligar mais, inventar desculpas esfarrapadas pra fugir de mim. E quer saber? Eu nem ligava se você me achava muito chato ou não. 

Você achou que podia fazer de mim o que quisesse. O ridículo é que podia. Talvez o errado seja eu, em não encarnar nessa nossa masculinidade, nossa raça despojada, sem interesse ou a falta de. 

Esperava o dia todo pra chegar à noite. Esperava dar a nossa hora pra poder trocar sms, e eu naquele arrependimento depois daquela mensagem enviada em que você não respondeu absolutamente nada. Quando você ligava de volta, eu dava pulos, ria como bobo. Tentei te convencer de todas as maneiras possíveis de que era eu. Era eu, você só precisava ver, ou melhor...pensar. E aí, você sumia e eu perdia todas as esperanças de novo. 

Liguei, pensei, procurei, fiz de tudo...mas sem retorno. A ficha finalmente caiu de que você não queria nada, mas eu era bobo de te esperar mesmo sabendo que você só me tinha por pura diversão. A história se inverteu. Eu juro que nunca tinha acontecido nada parecido com isso. O pior, é que a gente nem se conhecia. E eu tinha receio de te atrapalhar se eu ligasse, tanto é que acabei atrapalhando. Porque, muitas vezes, a gente sabe que está sendo enganado, por incrível que possa parecer. É que às vezes a gente deixa.

Mas aí, alguém me ensinou que existe uma enorme diferença entre uma pessoa que gosta de você e uma pessoa que gosta do fato de você ser louco por ela. A linha nada tênue entre quem merece o seu amor e quem merece o seu desprezo. Estou saindo agora, e de repente o celular toca. É você. Das outras vezes que eu precisei, você não apareceu. Você começa com aquela história de que estava com as amigas se divertindo e eu simplesmente me dispesso. Fica chocada ao perceber que eu não vou mais estar aqui a sua disposição. Deleto seu número da agenda, lembra? Antes era o primeiro da lista. Porque eu podia ser a bobo que estava sempre aqui quando você queria, mas idiota eu não sou. Acho que caiu a ficha, demorou mais caiu.

terça-feira, 18 de dezembro de 2012

Às vezes vem um sentimento estranho, sempre pronto pra me amedrontar. Talvez seja poque é mais fácil fazer uma burrada sem pensar do que pedir desculpas e se redimir. Parece que todas as coisas ruins esperam pra acontecer em um só momento. Agora não faço a menor questão de saber se você vê, ou melhor lê, aquilo que escrevo aqui. Esse é o problema, me prendo muito à opinião dos outros, o que vão ou não vão pensar de mim. O que vão falar quando eu passar na rua, se vão reparar no meu cabeço bagunçado e crespo. Será se me sinto tão só assim? Não adianta, você S-E-M-P-R-E vai demonstrar ser aquilo que não é. Demoro pra perceber que eu já não sou mais aquela criacinha de 11,12 anos de idade que chora por tudo e reclama por tão pouco e que sempre me cobrarão por algo que não fiz ou esqueci de fazer. Traduzindo tudo isso; dar amor aos outros e querer ser retribuído da mesma maneira.

segunda-feira, 17 de dezembro de 2012

6 filmes pra assistir nas férias!


As sonhadas e desejadas férias finalmente chegaram. Tempo livre é o que não vai faltar nas próximas semanas. Então, se você está de bobeira, chame os amigos, prepare a pipoca e dê o play nessas histórias superdivertidas.

1. Para conhecer um clássico: "Curtindo a Vida Adoidado"
Esse filme é um clássico quando o assunto é férias ou aproveitar a vida! No último semestre do 3º colegial. Ferris Burller(Matthew Broderick) sente um incontrolável desejo de matar aula e planeja um grande programa pela cidade com a namorada, seu melhor amigo é uma Ferrari. É claro que ele faz a maior confusão para tentar se esconder da mãe e do diretor da escola. Não é à toa que Ferris Burller se tornou um ícone dos anos 80.
2. Vai um terror aí? "Drag me to hell - Arraste-me para o inferno"
Christine Brown (Alison Lohman) trabalha como analista de crédito e vive com seu namorado, o professor Clay Dalton (Justin Long) em Los Angeles. Um dia para impressionar seu chefe ela recusa o pedido de uma senhora chamada Sylvia Ganush (Lorna Raver) para conseguir um acréscimo em seu empréstimo, de forma que possa pagar sua casa. Como vingança, a anciã joga uma maldição sobrenatural na vida de Christine. E para se livrar dessa maldição Christine é obrigada a sacrificar animais e lidar com magia negra. PS: O final é muito surpreendente, acreditem!

3. Para sonhar: "Um Encontro Com Seu Ídolo"
Esse filme mexe com os sonhos de todo mundo! Uma típica garota do interior participa de um concurso para realizar o sonho de sua vida e conhecer o seu astro favorito! Ela ganha o prêmio e é aí que começa toda a confusão da história.

4. Para rir muito: "A Proposta"
Mais uma ótima comédia de Sandra Bullock com Ryan Reynolds! Eles formam um casal de mentirinha superdivertidos, tudo para que Margaret (Sandra Bullock) não seja deportada de volta para o Canadá! Mas é claro que as coisas entre eles não vão ser tão de mentirinha assim.

5. Para pensar no amor: "Apenas o Fim"
Imagine se seu namorado(a) resolvesse te deixar, mudar para outra cidade, e você só tivesse apenas mais uma hora para passar com ele(a) sem entender o porque dessa situação? Poisé, é isso que Adriana faz com Tom em "Apenas o fim". Ficaram curiosos? O filme tem vários diálogos interessantes, foi feito só por estudantes, ganhou diversos prêmios e participou da Mostra Internacional de Cinema em São Paulo.

6. Para gostar de Beatles: "Across the Universe"
Você pode até não gostar muito de Beatles, mas, depois de assistir esse filme, as músicas da banda não vão sair mais da sua cabeça! O musical se passa nos anos 60 e tem como plano de fundo a Guerra do Vietnã. O destaque é a história de Jude, interpretado por Jim Sturgess, um inglês de Liverpool que se muda para os EUA e acaba conhecendo e se apaixonando por Lucy, além de encontrar amigos incríveis. A história é demais e as músicas ficaram sensacionais. Dá até vontade de cantar junto!

sábado, 15 de dezembro de 2012

Minha caixinha de decepções

Quem nunca se decepcionou feio nessa vida. Acreditar demais nas pessoas pode ter um preço alto e uma queda maior ainda. Particularmente, prefiro amizades verdadeiras com meninas do que com meninos, é algo que se contradiz mas que de alguma forma conseguem entender um ao outro. Eu ao contrário da maioria dessas frases de filósofos ainda acredito nas pessoas e não adianta nada eu colocar uma frase de autoajuda no meu twitter do tipo: não crie expectativas, porque por mais que eu tente não cria-las eu crio, crio e muito.

Mas sabe qual é o problema? Nunca esperamos isso de um amigo ou amiga. Elas são sempre as últimas opções pra tal. Você já se decepcionou com algum amigo? Bem, eu já. E não vou entrar em pormenores pois ela não merece tamanha citação e destaque. Mais aí vai alguns aprendizados que aprendi colecionando decepções:

Não devemos implorar por amizade. Amizade é o que tem de mais verdadeiro e puro no mundo; amizade não se cobra. Amizade verdadeira não é algo planejável. Amizade verdadeira é estar ali sem querer nada em troca. É estar dormindo e o celular tocar e você atender pra ouvir as piadinhas sem graça dela, é ouvir a mesma frase sempre: todos os homens são iguais e não dar a menor importância pra isso. Ser amigo é incondicional que não se pede, não se cobra.

Perdi as contas de quantas amizades abandonei pelo caminho. Algumas perdi e outras se foram por conta própria. Triste, não? Mas, não quero ninguém ao meu lado que mude, mude pra pior e que se torna tudo aquilo que odiava antes, que se dizia nunca se tornar o que é hoje, de fato. Não quero ninguém do meu lado que não consiga aguentar meus desabafos, meus problemas de vez em quando e que se canse na primeira oportunidade de ir embora sem dar menores explicações. Quero pessoas verdadeiras, que não precise passar a mão na cabeça mas ainda sim, não se importar pela bronca que tomou por alguma burrada que você fez. 

Com todas essas idas e vindas eu aprendi uma coisa muito boa: o tempo não quer dizer nada. Uma amizade de anos não é verdadeira só porque está há mais tempo na sua vida. Aquela pessoa que você conheceu semana passada e que contou sua vida inteira pra ela no primeiro dia sem entender o motivo pode muito bem ser aquela pessoa que vai estar ao seu lado quando tudo desabar.  

A vida é assim mesmo, o jeito mais fácil de não se machucar muito é conseguir aceitar o fato de que as pessoas te decepcionam sim, e por mais que você faça planos e mais planos, a maioria delas não vão sair da cabeça e nunca se concretizará.  Não conto os mais obscuros segredos e também não fico remoendo o que aconteceu. Passou.. Levo a vida como uma eterna viagem, onde os momentos ficam e as pessoas passam. Decepções acontecem. Nos sentimos um idiota por ter algum dia acreditado, mas não desistam. Um dia você vai conseguir apostar na pessoa certa. Quanto àquelas que resolveram ficar pelo caminho... Dê o seu melhor sorriso e o mais lindo adeus. Espero que não se arrependam, pois eu não me arrependi.

Sonzinho do dia

sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

O trabalho de Flo rida


Não, não é o estado da Flórida. Estamos falando de Tramar Dillard, mais conhecido como Flo rida, é um rapper e cantor de hip hop e música pop afro-americano. Usa esse nome artístico pelo fato de ter nascido na Flórida e também ao seu estilo de rap.

PS: Conheci o trabalho da banda meio que por acaso, trocando indicações. Logo de cara me identifiquei com as músicas e com o ritmo. Ficou curioso? Então aí vai as minhas preferidas...







Sem indireta, para endireitar.


Digite aqui uma indireta para alguém.

Poderia ser a frase de abertura de qualquer atual site de redes sociais. Mas mais do que isso poderia ser a frase que a gente anda colocando como a principal no manual de instruções do que devemos estampar no coração da gente. Estamos lotando nossas falas, textos, fotos e pensamentos de indiretas. É como se a nossa vida virasse uma metáfora para o que sentimentos e por medo e covardia a gente calasse a verdade. Se o amor hoje em dia pudesse ser classificado em uma Era, seria a Era da Indireta. Talvez a Era da Paranóia (o que vão pensar do que eu falar?/será que falaram isso para mim?). É um tempo de amores que terminam antes de começar, porque o outro não nos dá a chance de conhecer quem realmente somos e se o que ele acha que somos não vale a pena, ele acha que não vai dar certo. E, sem conhecer, a gente segue achando sem nunca encontrar. Não adianta falar para o mundo inteiro e esquecer de dizer a quem de fato precisa. Não adianta achar que o outro sabe do que você fala, você não pode oferecer charadas ou adivinhações ao invés de amor e confiança.

Você não tem coragem de dizer a alguém que está apaixonado, pois tem medo de assustar. Não tem problema, algum trecho de música, filme, seriado, novela, livro, poema ou frase de pára-choque de caminhão pode ser publicada na Internet e, pronto, sua paixão está declarada. A saudade aperta e tudo perde um pouco a graça sem alguém ao seu lado. Mas dizer que sente falta pode soar desesperado, imaturo ou humilhante. Então, poucos dizem e muitos compartilham alguma foto em preto e branco e… concluído, já disse ao mundo que está tudo cinza, cinza de saudade.  Você erra e para não pedir perdão usa um contato mantido sem qualquer razão como indireta para dizer “me desculpa?”. Você não tem a honestidade suficiente de dizer a alguém que não gostou do físico dela quando a conheceu pessoalmente ou que por qualquer outro motivo não está mais a fim. Ao invés de dizer claramente “não” você usa seu silêncio como indireta. Ou você inventa alguma desculpa, tudo para não assumir que é apenas covarde.

Eu sei, a gente usa indireta para ver se a vida endireita e por mágica fica como a gente quer, a gente usa desculpas para tentar não magoar alguém e ter depois que de fato se desculpar pela dor causada. Eu sei, mas não basta, não basta porque o outro precisa entender. Você pode duvidar, mas distância nem sempre é a indireta perfeita para dizer que não está mais a fim ou para expressar que você foi magoado, da mesma forma estar sempre presente e disposto não é a indireta certeira para afirmar que você ama alguém. Isso tudo é só ter medo e deixar de dizer, é fugir, escolher ter e oferecer dúvidas. E criar um novo problema nunca foi a melhor solução.

No amor, pode não haver tempo. Pode não haver tempo não porque você vai morrer amanhã, mas porque alguém que você ama pode acabar desistindo de viver hoje ao seu lado. Pode não ter mais perdão para suas desculpas, pode não ter mais como endireitar o que você perdeu por tanta indireta. Amor não pode ser algo que se passa somente dentro da sua cabeça e que somente você vai entender. Amor precisa sim ser dito, ser claro ao ponto de quase ser clichê. Eu disse quase.  Às vezes as pessoas não estão prontas para ouvir a verdade ou as verdades do que sentimos, mas ainda assim diga e, se preciso, grite.
Digite aqui o você de fato sente por mim, para abrir a porta e poder ficar.

Ruleandson do Carmo

Devaneios


Ao passar dos dias, aprendemos a viver, a crescer. Notamos que é necessário amadurecer por motivos que consideramos importantes. Os dias estão sendo os mesmos, o sol lá fora é o mesmo e todas as segundas são sempre as mesmas. Aqui estou escrevendo, lembrando das tantas vezes em que falamos sobre nunca virármos ilusãosinha barata. Culpa nossa, não? Prever o futuro assim, tão de repente. Foi mal, mas suas desculpas não funcionam, comigo pelo menos não mais. Esse é um texto, assim como a maioria dos que tenho escrito nas últimas semanas, pra mim. E nem ligo se você sabe o que é eu-lírico. Sei lá, é preciso aprender a viver independentemente dos tocos que tomamos, da mensagem enviada e depois do arrependimento. É preciso parar de achar que pra estar feliz é preciso ter uma pessoa do lado, e não vou esperar pra ver as suas indiretas contra mim. E se me procurar, estou ocupado no momento. Passado. Passou. De verdade. Dessa vez,... de verdade.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Último dia de aula, saudades e outros derivados.


Ontem foi meu último dia de aula. Sim, a hierarquia do fundamental finalmente me largou. Em fevereiro,  fizemos uma carta com todos os nossos objeitos pro ano de 2012 e que ela só seria aberta no final do ano. Quando me entregaram nem dei muita importância. Ah, são apenas algumas mentiras que eu conto sempre como: me esforçar mais e obedecer sempre os professores. Então decidi abrir o envelope e comecei a ler todas as promessas que fiz, todos as metas e todos os sonhos. E por mais que todas essas promessas estejam apenas em papeis, sinto como se de alguma forma realizasse uma delas. 

Sei lá, nessas horas passa um filme pela nossa cabeça. Das vezes em que ficávamos no final do corredor passando nossas melhores músicas, contando nossos desafetos, frustações e alegrias. Das interrupções em sala de aula mexendo no celular. Quanta coisa mudou de lá pra cá. Confesso, contava os dias pra que esse momento pudesse chegar o mais rápido possível, mas quer saber? Me arrependo e muito de ter sentido isso. Antes eu pensava que tudo aquilo que eu vivi, fosse apenas de uma fase daquelas dramáticas, de ficar na parede sozinho com um fone de ouvido durante o recreio.

Categoricamente falando, vou sentir saudades de tudo e de todos. Professores, amigos, conhecidos, e até dos que faziam questão de se tornarem chatos comigo. Desde o grupinho das meninas-super-poderosas até os bad-plays da turma. Foram dias, semanas, meses convivendo com pessoas que eu jamais pensei que iriam fazer parte da minha vida. 

Ah, e não precisa ter xororô pra demosntrar que sentiremos saudade das bobagens, diversões e até mesmo os momentos mais dificeis que passamos. Por fim, deixo aqui a lembrança de que esse ano foi um dos melhores da minha vida.

Se quer mesmo saber de mim.

O que eu sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Nasci para poucos e morro por quase ninguém. Contradigo-me em passos de dança invisíveis, enlaçando pernas e prendendo bocas, querendo muito e gostando tão pouco. Não é insatisfação ou sofrimento, é só um tudo ao mesmo tempo agora que não respeita amor de menos, não aceita um gostar pouquinho e querer às vezes. Uma intensidade que não se conforma com noites únicas de começo, meio e fim. Se estou aqui é pela música, pela companhia, pra me perder. Jamais pra desperdiçar uma noite com quem não sabe conversar.

Não me pergunte o que eu faço da vida, isso é banal, é triste, é comum. Queira saber o que me faz feliz, meu ponto fraco pras cócegas. Não pergunte o que me dá dinheiro, porque este é o menor dos meus sucessos. Esqueça meu nome verdadeiro, se eu venho sempre aqui, se estou gostando da música. Agir sem naturalidade é o meu maior fracasso.

Se é mesmo importante que eu responda as perguntas que tanto desprezo, se definir o que sou vai te fazer mais feliz, se quer mesmo saber de mim, comece pelas entrelas. Pelo não dito. Pelos olhos nervosos que não se fixam, o modo de apoiar o peso do corpo em uma das minhas pernas. Olhe para as mãos que não sabe repousar e a voz que desafina. Por favor, sou tão ridiculamente fácil pra decifrar e ainda insistem em seguir pelo caminho errado. Exponho-me tanto e ainda querem uma cartinha. 

E fazem isso porque amam de relance, querem no momento e só por desafio. Porque tem preguiça ou medo de cumplicidade e acreditam perder a noite se optarem por se epaixonar pelo próprio ego. Porque perdem oportunidades de se calarem quando é papel dos olhos falar. É por isso que estou sozinho nesse mundo de luzes e pessoas. É por isso que eu saio de casa e minha roupa não precisa agradar ninguém além de mim. Porque não deixo o calor da minha rotina pra ser prenda em vitrine. 

O que eu não sou não lhe diz respeito, em parte nenhuma lhe toca. Mas se quiser mesmo saber de mim, experimente não me perguntar. E talvez assim desperte minha vontade de contar.

Verônica Heiss

sábado, 8 de dezembro de 2012

O trabalho de Rita Ora


Ela não usa um nome artístico estranho, muito menos se veste com roupas extremamente chamativas como a sua colega de profissão Lady Gaga. Mesmo assim, a cantora Rita Ora tem conquistado cada vez mais espaço na mídia britânica e se depender do ritmo, em breve será uma das personalidades da música pop mais faladas no mundo.

Rita Sahatçiu Ora, conhecida mundialmente como Rita Ora, é uma cantora, compositora e atriz nascida no Kosovo e naturalizada como britânica. Ela é contratada pela Roc Nation (a mesma gravadora do rapper Jay-Z. Suas inspirações tem sido na cantora Rihanna e Gwen Stefani, vocalista do grupo musical No Doubt.

Durante o ano de 2011, Rita lançou vídeos caseiros no YouTube, normalmente com apresentações de covers de canções populares. Ora começou a se apresentar em bares de Londres até que em 2009, uma A&R disse à Roc Nation sobre Rita e poucos dias depois ela viajou para Nova Iorque e conheceu Jay-Z. Ela fez uma participação não-musical no clipe de " Young Forever" de Jay-Z e outra em "Over" do Drake. Ora chamou a atenção de Jay-Z, que decidiu então contratá-la.

Ficaram curiosos? Então aperta o play e confiram!






Um pouco das lembranças


Começos me fazem ter borboletas no estômago. Ok, finais também. Mas quando você termina alguma coisa outra acontece instantaneamente, então sem maluquices por favor. Não tenho muitas lembranças da minha infância. Tanto é que, quando vejo meus amigos contando histórias eu fico um pouco com inveja. Eu queria poder ter mais coisas pra contar pros meus filhos, netos e agora vocês leitores e leitoras. 

Acho que a melhor maneira pra lembrar de bons momentos é escrevendo um texto. Vasculhando as gavetas velhas daqui de casa e olhando algumas fotos, consigo lembrar dos passeios à praia que fazia com meus pais e amigos. Era uma felicidade só. Ficava sempre na janela, procurando achar o pedacinho do mar perdido nessas ruas praianas que existem.  Como eu sinto saudade de como eu me sentia naquela época. Pode pareber bobagem, mas poucas coisas me deixavam animado quanto contar mentalmente as horas pro primeiro dia de aula. Era um saco ficar o dia todo em casa sem nada pra fazer. Adorava poder ir na papelaria escolher os cadernos que iria usar no próximo ano. Ficava horas enrolando minha mãe, até hoje ela me faz pagar mico em livrarias. 

Demorava horas pra poder escolher a capa do meu caderno. Minha mãe, como toda mãe econômica que se preze, costumava estipular um valor e eu tinha que me virar pra conseguir os cadernos mais incríveis. Então eu próprio customizava meu caderno. Fazia coleções de adesivos, que até hoje nem sei o porque de ter colecionado aquilo, nunca sabia onde colocar as gravuras. Dias antes do início das aulas eu já começava a dar os primeiros rabiscos no caderno. Sei lá, acho que via meus cadernos como uma maneira do meu ano ser melhor, diferente dos outros. Era só mais uma maneira das pessoas repararem em mim e no meu caderno pra eu não lanchar sozinho na hora do intervalo. 

Mas com o fim da hierarquia do fundamental na minha vida percebo que as coisas estão diferentes. Mais um defeito meu; não perceber que as coisas estão mudando ou já não são como antes. Que grande besteira né? Hoje depois disso tudo percebo que ser feliz nem sempre é ter o caderno mais caro, ser o artilheiro do time de futsal da sala ou sei lá, merendar com um grupo grande de amigos. Ser feliz é ter um caderno completamente diferente do resto da turma, e independente do preço ou da beleza, achar aquilo incrível.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

#MúsicaDoDia



Sem mais...

Enfim, dezembro!


Provas, passeios, férias, festas...Enfim, dezembro! Passou tudo tão rápido, lembro dos planos pro primeiro dia de aula, desejando estudar com as mesmas pessoas e repetir os melhores momentos como do ano passado. Fiz novos melhores amigos, dei boas risadas e até arrisquei novos olhares. 

Confesso, até um tempo atrás estava contando os dias pra esse momento chegar. As pessoas que antes faziam parte do meu dia-a-dia já tinham ido embora faz tempo. E só agora, parei e percebi que todos os dias do ano ainda sim, valeram muito à pena. Mesmo com todos os puxões de orelha dos professores, dos tantos recreios que passava escutando música ao lado das pessoas em que eu jurava me ver livre e até das nossas loucuras e extravagâncias na sala de aula. 

Acho que talvez, esse é o problema do ser humano. Sempre achar que ainda podemos ser mais felizes do que somos quando realmente estamos, é sempre esperar melhores momentos, mesmo sorrindo e estando bem, é achar e perceber que o amanhã será muito melhor do que hoje. Sabe aquele velho ditado de "Eu era feliz e não sabia?". No meu curto perído que me entendo por gente, aprendi uma coisa boa disso tudo:  por mais que por dentro não estajamos totalmente felizes, ainda sim, devemos aproveitar cada momento legal com as pessoas que estão em nossa volta.

Vou me recordar desse ano como um ano de muitas mudanças e de coisas boas. Cada momento, palavra, alegrias,tristezas e confusões, vão ficar gravados na memória. Adente, dezembro!

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Um texto para você.



Esse seria o melhor texto de todos, o mais verdadeiro e sem invenções. Apenas r-e-a-l-i-d-a-d-e. Depois de passar alguns minutos olhando pro Word em branco, percebi que alguma coisa estava errada. As palavras não vinham e as frases ainda não estavam conectadas. Então tentei de todas as maneiras possíveis te descrever em um texto. Coloquei a melhor música que me lembre há você e até imaginei como iríamos reagir à um possível encontro casual, até então, entre dois desconhecidos. Sabe, você era pra ter ficado lá atrás, no passado,  junto com um dos meus melhores anos, como uma boa recordação, como a melhor lembrança do dia em que nos conhecemos. Não sei. Faço questão de não fazer muitas perguntas sobre "nós dois".  

Lembra, dos tempos em que você fazia questão de editar as minhas fotos, aquelas bizarrinhas em meados de dois mil e onze, das poucas conversas que tínhamos pela madrugada e tudo aquilo que de alguma forma foi essencial pra estármos ainda aqui. Ainda sim, sabia que tínhamos uma ligação que à qualquer jeito ainda iríamos descobrir juntos. 

É estranho, parece que a qualquer momento vou me dar conta de que nada disso deveria estar acontecendo, e perceber que esse eu de antigamente está prestes à voltar. Percebe o quanto isso é assustador? Por isso minhas dúvidas, indiretas, perguntas e todas as mil e uma coisas que eu faço. É louco isso, mas sinto sua falta mesmo antes de você ir. 

Acredito que "amizade e todos os fatores que estão envolvidos no meio" não acaba só enquanto dura, acredito - e sinto - que existe mesmo depois do fim. Mesmo depois do Adeus. E com todas essas incertezas vamos continuando, tirando todas as conclusões e todas essas perguntas que persistem depois que você sai. A dúvida de que se algum dia nós nos veremos novamente como no dia em que te vi pela única vez. Antes de terminar esse texto, gostaria que soubesse que eu só costumo escrever sobre coisas que quero deixar guardadas em forma de palavras, e quer saber? Ainda não me sinto totalmente pronto pra fazer isso com nós dois. Mas quando souber o que há entre nós, por favor me avise. Obrigado pela carinho de ontem, hoje e sempre.

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Promessas Matrimoniais


Em maio de 98, escrevi um texto em que afirmava que achava bonito o ritual do casamento a igreja, com seus vestidos brancos e tapetes vermelhos, mas que a única coisa que me desagradava era o sermão do padre. “Promete ser fiel na alegria e na tristeza, na saúde e na doença, amando-lhe e respeitando-lhe até que a morte os separe?” Acho simplista e um pouco fora da realidade. Dou aqui novas sugestões de sermões:

- Promete não deixar a paixão fazer de você uma pessoa controladora, e sim respeitar a individualidade do seu amado, lembrando sempre que ele não pertence a você e que está ao seu lado por livre e espontânea vontade?
- Promete saber ser amiga(o) e ser amante, sabendo exatamente quando devem entrar em cena uma e outra, sem que isso lhe transforme numa pessoa de dupla identidade ou numa pessoa menos romântica?
- Promete fazer da passagem dos anos uma via de amadurecimento e não uma via de cobranças por sonhos idealizados que não chegaram a se concretizar?
- Promete sentir prazer de estar com a pessoa que você escolheu e ser feliz ao lado dela pelo simples fato de ela ser a pessoa que melhor conhece você e portanto a mais bem preparada para lhe ajudar, assim como você a ela?
- Promete se deixar conhecer?
- Promete que seguirá sendo uma pessoa gentil, carinhosa e educada, que não usará a rotina como desculpa para sua falta de humor?
- Promete que fará sexo sem pudores, que fará filhos por amor e por vontade, e não porque é o que esperam de você, e que os educará para serem independentes e bem informados sobre a realidade que os aguarda?
- Promete que não falará mal da pessoa com quem casou só para arrancar risadas dos outros?
- Promete que a palavra liberdade seguirá tendo a mesma importância que sempre teve na sua vida, que você saberá responsabilizar-se por si mesmo sem ficar escravizado pelo outro e que saberá lidar com sua própria solidão, que casamento algum elimina?
- Promete que será tão você mesmo quanto era minutos antes de entrar na igreja?

Sendo assim, declaro-os muito mais que marido e mulher: declaro-os maduros.

Sobre a autora: Martha Medeiros (Porto Alegre, 20 de agosto de 1961) é uma jornalista e escritora brasileira. Filha de José Bernardo Barreto de Medeiros e Isabel Mattos de Medeiros, é colunista do jornal Zero Hora de Porto Alegre, e de O Globo, do Rio de Janeiro.
Casou-se com o publicitário Luiz Telmo de Oliveira Ramos e tem duas filhas. Estudou no Colégio Nossa Senhora do Bom Conselho, tradicional de Porto Alegre, localizado nos arredores do bairro Moinhos de Vento. Formou-se em 1982 na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), em Porto Alegre.
Trabalhou em propaganda e publicidade, mas logo se sentiu frustrada com a carreira. Quando seu marido recebeu uma proposta de trabalho no Chile, decidiu que uma mudança de país seria uma ótima oportunidade para dar um tempo na profissão. Esta estada de nove meses no Chile, na qual passou escrevendo poesia, acabou sendo um divisor de águas na sua vida. Quando voltou para Porto Alegre, começou a escrever crônicas para jornal e, a partir daí, sua carreira literária deslanchou.

terça-feira, 27 de novembro de 2012

O down de 2010 em mim

Sabe quando você sente que precisa escrever, mas não escreve porque tem medo de sentir? Não sei, parece que os dias de dois mil e dez ainda estão presos em mim. Os momentos, as lembranças vem à tona o tempo todo. Talvez seja "Love the way your lie" que me faça lembrar desses momentos. Na madrugada, e por mais que seja madrugada, as luzes que ainda iluminavam aquela aquela cidade grande que ainda estavam acesas. Me sentia um pouco perto de tudo, mas ao mesmo tempo longe, longe dos meus objetivos e da realidade. As amizades que ainda por sorte, existem. Os encontros e desencontros que a vida nos dá de vez em quando, as grandes oportunidades em um só momento, é assim que eu descrevo dois mil e dez. Incrível como as coisas mudaram em tão pouco tempo. Simplesmente o melhor ano da minha vida, os melhores dias e os melhores momentos que já tive. Saudades de tudo aquilo que jamais se repetirá novamente...

"O passado bate na nossa porta o tempo todo, mas acho que ele não quer entrar. Talvez só precise mesmo saber se ainda existe alguém em casa"


terça-feira, 20 de novembro de 2012

Curto! Mas não vulgar.



As piriguetes são as mais inseguras, tenha certeza disso. E na maioria das vezes elas não são aquilo que aparentam ser.

Há uma diferença enorme de uma pessoa que usa short jeans pra uma piriguete. Pra elas fica mais fácil ficar com o cara que elas quizerem, e em todos os casos nós homens só a procuramos pois sabemos que elas estarão disponíveis a qualquer momento. Existem dois tipos de piriguetes:

As que realmente são e as que parecem ser.

Existem meninas que por colocar uma simples foto no Facebook e pela maneira de falar conduzem com aquilo que chamamos de piriguetismo mas que pela maneira de agir é totalmente diferente. E muitas vezes as pessoas que mais as julgam fazem muito pior. Piriguete mesmo é aquela que pensa que sabe de tudo já e que por saber de tudo prefere ter as coisas mais fáceis, preferem um fica de uma hora do que um amor pra vida toda. Mal sabem elas que depois de experimentar todos os homens possíveis a ficha finalmente cai, e percebe que ninguém quer nada sério com piriguete. Depois que fica automaticamente deleta da cabeça aquela garota fácil. 

Homem gosta mesmo é de mulher com atitude, estilo, que não se prenda fácil a ninguém. Que seja dificil mas não impossível, que se preserve, que saiba conquistar...piriguete só serve pra tapar os buracos uma vez ou outra, é simples e descartável. 

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Deixe isso pra lá


Seria tudo tão mais leve se as pessoas agissem como realmente são. Sem disfarces, sem precisar mentir o tempo todo só pra causar boa impressão. Sem se preocupar com esse negócio de status. Se tratássemos-nos com o mesmo grau de importância que dão ao cara da land rover e da menina mais popular da escola. Caíssem na real e ver que o mundo não é só feito de pagode e que sim, algum dia temos que tomar decisões, escolhas e que no final das contas é cada um por si.

Afinal, onde as pessoas aprenderam a lei de quem tem mais é que ganha? É...talvez seja assim mesmo. Estou ocupado demais em perceber coisas banais e que realmente fazem a diferança. Estou ocupado demais escrevendo textos reflexivos pra que talvez alguém acorde um dia, que caia na real e que pare de fazer tanta merda. Dê enfase nas coisas que realmente tenham uma grande importância pra você, minimize esse negócio de status um pouco por favor...

As pessoas estão acostumadas a olharem mais pra marca do sapato do que onde eles próprio pisam. A roupa carérrima de Griff, cuidado por que se descobrirem que aquilo foi comprado em lugares menos favorecídos, prepare-se para perder pontos no jogo. Acho que as pessoas estão precisando escutar mais Jessie J pra ver se tomam jeito...

Por que todos estão tão sérios
Agindo tão misteriosamente
Você usa seus óculos escuros
E sapatos tão altos
Que não consegue nem
Se divertir

Não se trata de dinheiro, dinheiro, dinheiro
Nós não precisamos do seu dinheiro, dinheiro, dinheiro
Nós apenas queremos fazer o mundo dançar
Esqueça a etiqueta de preço. Jessie J - Price Tag

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

FAMOSOS DA INTERNET: Menina de 4 anos ensina como se maquiar

    kkkkkkkkkk
Nerds, hora de agir! Que tal criar outra rede social? Infelizmente o Facebook virou um lixo viral cheio de autoajuda, mensagens de igreja, piadinhas esdrúxulas, ou essa pessoa acha isso e aquilo, fotos de desgraça, correntes para encontrar gente desaparecida, horóscopo etc etc. Mark Zuckerberg, eu acho que sei qual foi o problema, foi seu slogan - O que você está pensando agora - as pessoas estão ocupadas sendo alienadas para se ocuparem com pensamentos. Tente mudar para - Qual a boa da sexta feira ? - E verá a grande diferença que terá. Simples assim. Infelizmente o Facebook virou uma verdadeira bosta com os dias contados.

PS: Malhação

Quem de vocês assiste malhação? Ok, todos os anos é a mesma coisa com a mesma história. Não me julguem, mas assisto semanalmente mas confesso que sinceramente, não aguento mais ver a mesmice todos os anos. Mas sei lá, parece que alguma coisa ainda me prende, não sei se é por conta da história que é parecida com a de muitas pessoas que ocorre ocasionalmente, aquele sofrimento melodramático da mocinha com os da vida real, gente do bem combatendo o mal, enfim. O ocorrido é o mesmo: um casal se apaixona e a outra arma pra separá-los. Sinceramente, acho que as coisas mudaram de um tempo pra cá. Sempre tem um obstáculo que nos impede de querer fazer o bem ou se sentir bem. Mas se amamos verdadeiramente não vamos acreditar em terceiros ou nos baseármos apenas em histórias. Quando se ama é muito mais do que uma história mal contada ou uma armação planejada. Amar não é isso, é depositar toda confiança naquilo que nos faz bem. Entenda isso...

Sonzinho de quinta



Feliz Que Você Veio


segunda-feira, 12 de novembro de 2012


É tão fácil sair amando o garoto mais inteligente e bonito da sala, a garota mais cool e mais estilosa do bairro. É fácil gostar de um cara que tenha uma land rove, que faça questão de que todos saibam que o carro é seu. Fácil também é gostar daquela mais popular, cheia de amigas e que tenha "cultura". Sei lá, é que hoje tudo precisa de status, seja namoro ou amizade. É, o mal de cidade pequena talvez seja isso mesmo. 
Talvez eu que esteja precisando me sintonizar, e entrar nessa onda onde fico só aqui, lamentando...