quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Entre melhores amigos e algumas certezas


É bastante comum quando crianças termos um vínculo de amizade com pessoas ao nosso redor. Seja na escola, casa, no bairro ou em qualquer outro lugar. Quando somos crianças vivemos aquilo bastante intensamente. Vivendo em um mundo cheio de imaginações, sonhos. Que hoje vemos como uma coisa tão boba.

E uma das coisas que aprendi nesse meio tempo de vida e que levo como experiência pra sempre é que nem todas as pessoas que estão ao nosso redor vão permacer pra sempre. Talvez nem damos tanta importância assim pras pessoas que estamos acostumados a ver todo dia e que há um certo comodismo em relação a isso. Cheguei a essa conclusão a partir do momento em que fui tendo as despedidas inesperadas, aos poucos as pessoas que mais me faziam bem estavam indo embora. Vejam só agora, por mais que eu tenha reclamado mil vezes da minha escola eu dava tudo pra voltar pra lá e reviver a melhor época da minha até hoje. Se eu estivesse lá ainda duvido se eu teria o mesmo pensamento de agora.  A ingenuidade talvez faz dos pensamentos individuais uma coisa tão normal.

Lembro daqueles momentos de recreio no fim do gramado. Sete pecados, volei, pega-pega. Enfim.. eram momentos únicos em que hoje tenho saudades. 

Depois de um tempo. Cada um por si. Aquilo que até outro tempo achávamos importantes. Que considerávamos melhores amigos. Não são tão melhores amigos como imaginávamos. Ou talvez, pelas circunstâncias do tempo. Que seja, mas o que aprendi mesmo é, temos que lhe dar com mudanças. Por mais drásticas que seja. Tudo muda.

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