Desde o final do ano passado, alguns sites de fofocas soltaram uma nota dizendo que a cantora Rihanna estaria se reconciliando com o rapper Chris Brown. O casal que namorou em 2009 teve uma história bem polêmica que chegou a virar caso de polícia. Na época, a cantora denúnciou por agressão física e Brown foi condenado a cinco anos de condicional e cumprir 80 horas de seviços comunitários. Sem contar que o cantor até então, estaria proibido de chegar perto de Rihanna desde quando foi considerado culpado pela agressão.
Contudo, os rumores dão conta de que a dupla já vinha se encontrando as escondidas há algum tempo com o rapper. Uma fonte próxima à cantora declarou: "Ela vem visitá-lo sempre que está em Los Angeles. Rihanna adora viver perigosamente, e pensar em uma reconciliação com Chris Brown, tem tudo a ver com isso."
E sim, está mais confirmado do que nunca. Rihanna e Chris Brown definitivamente reataram o namoro. (veja as fotos aqui)
Ao denunciar o parceiro, Rihanna sem querer acabou se tornando um dos símbolos contra a agressão física a mulher. Penso que muitas mulheres que antes não tinham a mesma coragem de denunciar por medo, insegurança ou até mesmo vergonha, acabou se inspirando em uma das maiores cantoras da atualidade e resolveu fazer a denúncia. Mas entre encontros e desencontros acabei me inspirando e resolvi enchergar uma coisa que estava estampado na minha cara faz tempo.
Pra falar a verdade, não acredito nessas notas que esses sites contam. Acho que tudo isso é muito mais do que simples notas, tabloides. É como fosse uma novela das nove, onde todos estamos ali aflitos para saber o enredo final da história e que a gente ama tanto acompanhar. Com tanto interesse do público é claro que o sensacionalismo vai falar
mais alto e vão surgir mil e uma notícias, entrevistas e fotografias que
contam a história de diferentes maneiras. Em qual acreditar? Nenhuma.
São tantas evidências, tantas declarações, o sofrimento da época sofrido pela mesma. É claro que os fãs da cantora vão ficar dizendo que ela é louca e que não tem um pingo de amor próprio. Sinceramente? A história é tão complicada que ninguém tem o direito de enfiar a colher. Mesmo que o caso seja público, algumas coisas na vida não dependem da opinião alheia e muito menos do concentimento das outras pessoas. É preciso experimentar cem vezes para se ter um conclusão daquilo tudo e concluir finalmente se valeu a pena. Não tem jeito pessoal, cada pessoa tem seu tempo e isso ninguém muda isso. Nem a polícia, nem os pais, muito menos os fãs.
"Quando colocamos alguma coisa na cabeça, ou no coração, a única pessoa
que consegue tirá-la de lá somos nós mesmos. E talvez essa seja a graça
de viver. Imaginem só como seria poder controlar nossos sentimentos de
acordo com cada situação e pessoas que estão ao nosso redor? Não diga
que seria melhor, vai. Desse jeito nós seriamos fantoches e não pessoas
reais."
Se mesmo com tudo aquilo que você já viveu, com todas as brigas, confusões, reviravoltas e xingamentos você se deparar no travesseiro pensando em como foi bom antes de acontecer tudo isso, saiba, o amor dos dois é muito mais além do que um espancamento no passado. Por isso algo “perfeito” não nos parece tão legal à primeira ou segunda vista. Acho que é isso, temos o defeito de achar que algum dia encontraremos a pessoa perfeita. A síndrome do garoto(a) errado nasce justamente aí.
Ah, e por último, o garoto certo não precisa fumar maconha, ser bem mais velho ou ter um passado amoroso com aquela sua amiga do colegial. O garoto errado é aquele que te deixa mais
tempo chorando no travesseiro do que olhando pro teto do quarto e
lembrando de coisas boas.

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