sexta-feira, 27 de setembro de 2013

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Certo dia me disseram que eu abria muito o caminho para as pessoas chegarem até a mim. Bem, eu explico. Sempre fui zoeira e isso faz com que as pessoas cheguem a mim sem nenhum tipo de vergonha, o que por um lado pode parecer bom mas para outro isso é péssimo. O lado péssimo é que as pessoas automaticamente quando me conhecem usa da mesma liberdade que eu tenho com o meu melhor amigo, acha que só por que conversou comigo por alguns minutos já sabe de tudo. É aquela velha história da pessoa que tira liberdade sem ter. 

Confesso, que as vezes eu gosto. Sempre existem exceções. 

No meu caso por exemplo, sou totalmente reservado em relação aos meus relacionamentos (não digo de namoro). Até por que se eu fosse contar das minhas desilusões ninguém iria aguentar. Mas as vezes acabo confiando tanto em alguém que me abro inteiramente. Sem dó. Minha última experiência foi desastrosa. Meu mau é criar uma expectativa em relação a alguma coisa e não ser entendido. No dia seguinte todo mundo já estava sabendo da história de um idiota que foi se abrir pra amiguinha.

Foi aí que aprendi que é melhor descarregar nas palavras e em uma página em branco do que simplesmente contar e se tornar algumas besteirinhas jogadas ao vento. Prefiro desconfiar de tudo e de todos e não imaginar nada do que depois ter mais um na minha caixa de decepções.

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