Hoje
eu não precisarei de caneta e papel, mas sim, de um teclado e uma tela.
Sim, precisarei apenas deste meio em que nos conhecemos, aquele que nos
uniu não pela beleza, muito menos pelo tom da voz, mas sim pelas
palavras, pelos gestos que muitas vezes não chegaram com a força
verdadeira. Esse é pequeno texto para quem até um mês atrás não passava de uma garota carioca, chata e desconhecida. Que em um mês conseguiu revolucionar um pouco do meu tédio e fez valer a pena aquele velho ditado, julgar sem antes conhecer. Sabe aquela sensação de passar mais um daqueles dias chatos, poder correr pro computador e ver que tem alguém disposto a ouvir nossas besteiras. É engraçado, talvez ela me conheça muito mais do que pessoas que convivem comigo diariamente, que olham nos meus olhos. O mais incrível é que confiamos mais neles do que num colega de sala. É diferente, mas ainda assim é amizade. Hoje,
quase todos os meus amigos se tornaram virtuais, pois mesmo aqueles que
sempre estiveram comigo estão longe e a distância não é nenhuma
destruidora de sentimentos, mas sim, uma fiel aliada para mostrarmos se o
que sentimos é realmente verdadeiro.
Obrigado por cada e-mail enviado, obrigado por cada palavra digitada, por cada musica gravada, por cada declaração salva. Obrigado pelas tardes de conversa, pelas noites de risada e por todos os planos feitos. Obrigado por você gostar de mim, mesmo tão longe assim.
Sim. Carinho pode sim vir por som de teclas digitando através de monitores.

ai meu Deeeeus.. *-*
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