Fiz e refiz esse pequeno texto umas dez vezes, eu acho.
Eu e algumas bolinhas de papel aqui do meu lado, que me serviram como rascunho pseudo-sentimentais na noite passada. Hoje eu escrevo porque se for pra falar, não seria nada mais do que algumas palavras bobas jogadas ao vento. Sem a menor importância. No meu caso é mais fácil escrever do que viver realmente aquilo que eu escrevo.
Não consigo simplesmente decorar algumas frases de autoajuda e levar pra vida. É angustiante a angústia de um coração nostálgico. O coração que quer sentir a qualquer custo o gosto da culpa. Olho para as paredes do meu quarto e é como se viesse um impulso de dentro de querer fazer tudo aquilo que eu não tenho coragem, que ficam presos nas minhas palavras. Realizar meus desejos sem a insegurança por perto pra me assombrar.
O difícil é alguém notar que quando um homem ama, ama de verdade. Confia, protege e entrega de mão beijada o que ainda nos resta bem no fundo da gente, de bom. Talvez precisamos de mais amor próprio para a gente parar de aceitar tiquinhos de atenção. É isso.
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