Parece que foi ontem, eu ainda pequeno montado em cima de um cavalo. Meu avô me segurando para que eu não caísse. Eu ganhando meu primeiro animal de estimação, um bizerrinho. Foram tantas coisas juntos que passamos. A ficha ainda não caiu pra mim, parece que a qualquer momento em penso que o senhor vai entrar pela porta da frente da minha casa nos visitar, como fazia antes. Então, a gente cresce e de repente os habitos que fazíamos antes se torna inútil, como dizer Eu te amo, dar um abraço e dizer que sem você eu não sou nada. Lembra das vezes em que eu lhe pedia a bênção e o senhor falava: estica a mão, não, a outra. Pois é. A dor é muito grande, e é com lágrima nos olhos que escrevo esse texto onde quer que o senhor esteja. E dizer que nunca, nunca nós esqueceremos o Senhor, meu avô.
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