Um dos meus maiores medos é de ficar sozinho. Daí criei um dilema de que deveria me enturmar o mais rápido possível com as pessoas. Começo do ano me afastei dos meus amigos do ano passado por conta das turmas, então conheci novos amigos, novas amigas e pessoas em que segundo eu, eram todas chatas - é bem assim que acontecem as coisas-. Depois com um tempo de amizade elas foram com mais liberdade tirando brincadeiras nada legais comigo.
Até que pofth! Criei vergonha na cara e tomei alguma atitude em relação à isso. A maneira mais fácil que encontrei foi optar pela exclusão, decidi me afastar de todas as pessoas que me faziam mal, que estavam intaladas na minha garganta e que faziam questão de me deixar pra baixo. Não dá pra viver em harmonia com gente que só diz merda o tempo todo.
Acho que cansei de reverter situações chatas, tapando o sol com a peneira, crendo que essas pessoas eram especiais pra mim e que algum dia chamei de amigos. No fundo eu sabia que nenhum ali gostava de me ver feliz. Agora tenha a certeza que quando os tolinhos não vão mais brincar com a minha cara. Acho que toda amizade tem limite, e quando não se tem mais respeito é melhor por um fim.
E quer saber? Não me arrependo do que fiz. Porque agora quem está ao meu lado são apenas os verdadeiros, que não precisam de muito pra eu colocar um sorriso na boca. E quem tem de ficar, fica.
No final das contas não doeu em nada. Aquele pensamento de que eu ficaria triste em ficar só e ter que depender de amizade é papo furado. Sempre vem novos rostos, sorrisos, novas pessoas. E o essencial. Melhor só do que mal acompanhado.
Nenhum comentário:
Postar um comentário